Se eu fosse rendilheira vence… RENDAS D’ ESCRITAS 2012

Se eu fosse rendilheira vence… RENDAS D’ ESCRITAS 2012
RENDAS D’ ESCRITAS 2012 [+] Fotos

Foram entregues no passado dia 1 de Junho, pelo Vice-Presidente da Câmara e Vereador do pelouro da Educação Jorge Amador, e pelo Prof. Raul Santos do mesmo pelouro, os diplomas de participação e os prémios aos vencedores da 3º edição do Concurso Rendas d’escritas.

Lembramos que, neste concurso desenvolvido no âmbito do Projecto - "As Rendas de Bilros vão às Escolas", os alunos do 1º Ciclo de todo o Concelho foram convidados a falar de rendas de bilros através de um texto em prosa ou poesia. Os trabalhos podiam ser apresentados a título individual ou colectivo.

À falta de concorrentes, não foram atribuídos prémios na modalidade Prosa -quer na categoria A (trabalhos individuais) quer na categoria B (trabalhos coletivos)- nem na categoria B (trabalhos coletivos) da modalidade Poesia.

No que diz respeito à MODALIDADE A – POESIA (TRABALHOS INDIVIDUAIS) a classificação final foi a seguinte:

           

PRÉMIO

ALUNO

ESCOLA

PROFESSOR

ANO ESCOLAR

Maria Carlos D. Pereira L. Marques

EB1 Nº 1 de Peniche

Ana Cristina Passos

3º ano

João Bernardo Pinto Antunes

EB1 Nº 1 de Peniche

Isabel Calado

4º ano

Beatriz Raimundo Vitória

EB1 Nº 1 de Peniche

Isabel Calado

4º ano

Menção Honrosa

João Henrique Tavares

EB1 Nº 1 de Peniche

Isabel Calado

4º ano

Menção Honrosa

Martim Gonçalves Laranjeira

EB1 Nº 1 de Peniche

Isabel Calado

4º ano

 

Recordamos que os prémios são cheques-livro, a serem convertidos em livros, à escolha dos vencedores, na Feira do Livro que a Associação Juvenil de Peniche promoverá de 13 de Julho a 7 de Agosto próximo.


A todos os participantes - alunos, professoras e escolas - os nossos parabéns!

Este foi o poema vencedor, da autoria de Maria Carlos Pereira Marques:

 

Se eu fosse rendilheira…

 

Se eu fosse rendilheira,

Teria uma grande trabalheira,

porque a minha grande renda

iria servir para uma importante prenda.

No papel quadriculado,

fazia um desenho inventado.

Com a picadeira picava,

e assim não me enganava.

Começava pelos bilros encher,

sem do torçal me esquecer,

enchia tanta varinha

que quase acabava a linha.

Começava a minha renda

com muita energia.

Trabalhava noite e dia

com muita alegria.

Punha os meus bilros a trocar,

parecia música a tocar

dois torcidos para cá…

dois torcidos para lá…

fartavam-se de bailar.

O resultado final,

era então…

a onda

da nossa capital.


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