Exposição evoca “Vidas em Peniche”

Exposição evoca “Vidas em Peniche”
Exposição "Os Postais da Primeira República – Selecção de António Ventura"

No próximo dia 10 de Setembro, pelas 18h00, terá lugar na Sala de Exposições do Edifício Cultural, a abertura da exposição “Vidas em Peniche”, que reúne o trabalho artístico de Humberto Lopes e Rodrigo Paulino Lopes.

Este evento insere-se na programação anual deste equipamento cultural, a qual pretende promover a valorização dos actores e agentes culturais concelhios no domínio artístico, através da realização regular de exposições retrospectivas e temáticas.
A exposição “Vidas em Peniche” poderá ser visitada todos os dias, até 2 de Outubro de 2011, nos seguintes horários: de 2ª a 6ª Feira, das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00, e no fim-de-semana, das 15h:00 às 18h:00.


Breves notas biográficas dos artistas
 
Humberto Lopes

Nascido em 13 de Janeiro de 1941, em Moscavide, desde cedo descobriu o gosto pelo desenho e pintura. Na sua infância e adolescência foi adquirindo a técnica de desenho e pintura através dos vários professores que teve pelas escolas e colégios que frequentou. Mas faltava concretizar o desejo de descobrir novas paragens por esse mundo fora o que seria essencial para se inspirar em novos temas, assim como para descobrir novas técnicas. A ida para a Guerra do Ultramar (Angola 1963/1966) foi a primeira viagem que fez para fora de Portugal continental, apaixonando-se desde logo pela beleza de África.

Ao terminar o serviço militar regressou a Portugal e começou a frequentar a região de Peniche, onde acabou por conhecer a sua cara-metade pouco tempo antes da ida para o Ultramar, constituindo mais tarde família em Lisboa. Após ter trabalhado em ateliers e em empresas como desenhador, surgiu a oportunidade de ingressar na TAP. Os primeiros anos foram passados no Check-in, mas o sonho de querer descobrir o mundo continuava sempre presente, até que conseguiu ingressar no pessoal de bordo da TAP como comissário. Durante vinte e cinco anos viajou por diversos países dos continentes americano, africano, asiático e europeu, sempre adquirindo novos conhecimentos através das diversas culturas e belezas naturais por onde passou.

Ao mesmo tempo, Peniche, mais concretamente o Baleal, tornava-se cada vez mais o seu lar, onde, com a sua esposa, desenvolveu outra actividade, também ligada às viagens e a outras culturas através de uma unidade de Turismo de Habitação. Hoje em dia, já reformado das suas funções como comissário de bordo, fixou-se no Baleal junto ao mar, continuando com a sua esposa a receber pessoas de todas as partes do mundo na sua unidade de turismo, e agora com mais tempo, mas com a mesma paixão e curiosidade contínua a aprofundar os seus conhecimentos nas artes com aulas de pintura.

Vidas em Peniche, retrata as experiências vividas ao longo dos anos nas belezas da região, que agora pintou... 

Rodrigo Paulino Lopes

Nascido em 19 de Janeiro de 1979, em Lisboa, filho de Humberto Lopes e Maria Teresa Paulino Lopes, desde pequeno que descobriu o gosto por tudo o que estivesse relacionado com arte, cultura e desporto. O precoce contacto com os materiais de pintura e os ensinamentos do pai em relação ao desenho e pintura, bem como as histórias contadas pela mãe sobre o seu avô, Ludgero Amilcar Lopes, maestro e músico, o gosto pelas artes visuais foi crescendo, sempre acompanhado pelo gosto pela música, outra das suas grandes paixões.

Desde sempre as suas férias e fins-de-semana eram passados no Baleal, lugar pelo qual sempre tomou como a sua primeira casa. A sua paixão pelo mar levou a que cada vez mais vivesse o Baleal através do surf e de praticamente todos desportos relacionados com o mar. Embora tenha estudado em Lisboa e Carcavelos, foi na escola secundária de Peniche que concluiu o 12º ano, ao mesmo tempo que concluiu o curso de nadador salvador.

O gosto pelas artes da fotografia começou em 2000, quando regressou a Lisboa para se licenciar em arquitectura. A necessidade de procurar enquadramentos que retratassem os seus projectos de arquitectura através da fotografia, foi crescendo o interesse por eternizar momentos através da sua máquina fotográfica.

A região de Peniche, com as suas paisagens deslumbrantes, tradições e lendas, foi definitivamente um factor decisivo se aplicar na arte da fotografia, e embora se considere apenas um amador das artes fotográficas, é uma forma de arte pela qual passou a amar como o desenho, a música e o surf.

Ao concluir o curso de arquitectura, tomou a decisão de deixar Lisboa para fixar residência no Baleal para poder estar mais em contacto com a natureza, o mar e a paz que se respira neste lugar. Hoje em dia exerce as funções de arquitecto na Câmara Municipal de Peniche, ao mesmo tempo que continua a dedicar os seus tempos livres à música, ao desporto e à fotografia.

Vidas em Peniche, retrata as experiências vividas ao longo do século XXI através da sua fotografia.

 


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