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Categoria
Agenda Cultural | 2017Geral
Resumo
A Fortaleza de Peniche recebe no próximo dia 11 de fevereiro, pelas 16h00, a apresentação do livro “Cadeia do Forte de Peniche, como foi vivida”, da autoria de Carlos Brito.
Data
03 Fevereiro 2017
Texto
Conforme nota da editora, “(…) Carlos Brito recorda neste livro a vida de cárcere que os presos políticos viveram naquela cadeia do Estado Novo, auxiliando-se também das suas próprias memórias – o autor esteve detido em Peniche de fevereiro de 1960 a agosto de 1966, período em que as condições prisionais se extremaram, devido à mítica fuga de Álvaro Cunhal e de outros dirigentes comunistas.
Neste livro, Carlos Brito revela-nos o dia-a-dia dos presos políticos, acrescentando ainda no final do livro alguns documentos fundamentais para a sua história, como a lista de presos que passaram pelo Forte de Peniche, assim como a ata de libertação de 1974.
Carlos Brito, político e escritor, viveu mais de uma década na clandestinidade, sendo um elemento determinante na resistência à ditadura fascista. Foi preso pela PIDE por três vezes num total de mais de oito anos de prisão, seis e meio dos quais na Cadeia do Forte de Peniche. Autossuspenso do PCP desde 2002, foi dirigente destacado daquele partido, antes e depois do 25 de Abril, acumulando funções de deputado à Assembleia da República, presidente do Grupo Parlamentar do PCP e diretor do jornal «Avante!». Após a saída do PCP, fundou e é dirigente da Associação Política Renovação Comunista. (…)”
A apresentação deste livro, trazido à estampa pela Alêtheia Editores, estará a cargo do historiador Fernando Rosas.
Neste livro, Carlos Brito revela-nos o dia-a-dia dos presos políticos, acrescentando ainda no final do livro alguns documentos fundamentais para a sua história, como a lista de presos que passaram pelo Forte de Peniche, assim como a ata de libertação de 1974.
Carlos Brito, político e escritor, viveu mais de uma década na clandestinidade, sendo um elemento determinante na resistência à ditadura fascista. Foi preso pela PIDE por três vezes num total de mais de oito anos de prisão, seis e meio dos quais na Cadeia do Forte de Peniche. Autossuspenso do PCP desde 2002, foi dirigente destacado daquele partido, antes e depois do 25 de Abril, acumulando funções de deputado à Assembleia da República, presidente do Grupo Parlamentar do PCP e diretor do jornal «Avante!». Após a saída do PCP, fundou e é dirigente da Associação Política Renovação Comunista. (…)”
A apresentação deste livro, trazido à estampa pela Alêtheia Editores, estará a cargo do historiador Fernando Rosas.
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Conteúdo atualizado em21 de março de 2022às 14:06

