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Geral
No sentido da valorização da memória da luta antifascista associada à Fortaleza de Peniche, e concretizando um dos objetivos que o Município de Peniche e a União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), definiram em 27 de Abril de 2007, aquando da assinatura de protocolo de colaboração, proceder à evocação dos cidadãos que durante o período do Estado Novo foram encarcerados por crime de delito de opinião na Cadeia do Forte de Peniche.
19 Abril 2013
Esta justa homenagem pública de todos os cidadãos que estiveram presos nesta célebre prisão política, na vigência da ditadura fascista (1933-1974), será concretizada através da edificação de um memorial, contendo a listagem de todos os seus nomes, a erguer naquele local, enquanto testemunho da luta pela liberdade e pela democracia durante aquele período.
No âmbito da realização deste projeto serão apresentados, em conferência a decorrer naquele espaço, no próximo dia 25 de abril, pelas 12h15, e após a realização da sessão solene da Assembleia Municipal, os resultados preliminares do trabalho de consulta documental do Registo Geral de Presos, depositado no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, realizado entre março de 2012 e março de 2013, numa investigação que permitiu identificar, até ao momento, um total de 2170 portugueses que, entre 1934 e 1974, estiveram privados da sua liberdade nesta prisão do Estado Novo.
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Conteúdo atualizado em21 de março de 2022às 14:06

