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De referir que a Mútua sempre teve o entendimento relativamente aos casos de pescadores desaparecidos no mar de que o período legal de salvaguarda até 10 anos, é muito penalizador para os familiares beneficiários dos seguros, e, como tal, sempre pagou as indemnizações e pensões no mais curto período de tempo possível. É aliás este procedimento que está a ser aplicado no sinistro ocorrido em agosto com um pescador desaparecido, desta mesma embarcação.
Entretanto, com a responsabilidade acrescida que lhe advém da qualidade de segurador líder da pesca e de maior organização marítima do país, a Mútua, através da sua Direção, reunida em 26 do corrente, não pode deixar de observar que este lamentável evento, poderá estar fortemente relacionado com o assoreamento da barra (situação comum a outros portos), que dificulta a navegação e coloca sistematicamente em risco a vida dos marítimos.
Igualmente refletiu sobre a necessidade de alargar a toda a pesca os apoios para a aquisição de coletes insufláveis e de regulamentação adequada para a sua utilização.
Geral
A Mútua dos Pescadores regista com profunda consternação o naufrágio, ocorrido no passado dia 25 de outubro, à saída da barra do porto da Figueira da Foz, que envolveu a embarcação "Jesus dos Navegantes", e onde pereceram quatro pescadores nossos cooperadores.
31 Outubro 2013
Quer a tripulação, quer a própria embarcação, estão garantidos através de contratos subscritos com esta cooperativa de utentes de seguros.
A Mútua, solidária com a comunidade piscatória, está no terreno a prestar apoio às famílias enlutadas e aos pescadores sinistrados.
Simultaneamente, estamos a desenvolver todas as medidas necessárias visando a célere reparação dos danos, em função das garantias contratuais.
De referir que a Mútua sempre teve o entendimento relativamente aos casos de pescadores desaparecidos no mar de que o período legal de salvaguarda até 10 anos, é muito penalizador para os familiares beneficiários dos seguros, e, como tal, sempre pagou as indemnizações e pensões no mais curto período de tempo possível. É aliás este procedimento que está a ser aplicado no sinistro ocorrido em agosto com um pescador desaparecido, desta mesma embarcação.
Ainda a este propósito a posição da Mútua contribuiu para a iniciativa legislativa, neste momento em agenda na Assembleia da República, com o objetivo de alterar a disposição em vigor.
Entretanto, com a responsabilidade acrescida que lhe advém da qualidade de segurador líder da pesca e de maior organização marítima do país, a Mútua, através da sua Direção, reunida em 26 do corrente, não pode deixar de observar que este lamentável evento, poderá estar fortemente relacionado com o assoreamento da barra (situação comum a outros portos), que dificulta a navegação e coloca sistematicamente em risco a vida dos marítimos.
Igualmente refletiu sobre a necessidade de alargar a toda a pesca os apoios para a aquisição de coletes insufláveis e de regulamentação adequada para a sua utilização.
Estes temas serão propostos para análise da Comissão Permanente de Acompanhamento para a Segurança dos Homens no Mar, a que a Mútua pertence.
A Mútua, em estreita cooperação com as demais organizações do setor e autoridades, continuará a trabalhar ativamente para que sejam adotadas medidas que reforcem a segurança dos Homens do Mar.
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Conteúdo atualizado em6 de agosto de 2019às 11:14

