ROTA DAS PRAIAS DO CONCELHO DE PENICHE
BEIRA-MAR
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Praia da Gamboa
TítuloPraia da Gamboa
TextoA Praia da Gamboa, também designada por Camboa, é uma das praias com maior afluência do concelho de Peniche e foi, entre os séculos XVI e XX, palco de intensas vivências económicas e sociais.
A designação "Gamboa" ou "Camboa" está intimamente ligada à sua configuração geográfica e à atividade piscatória, referindo-se a uma enseada de águas calmas onde a captura de peixe era facilitada.
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Praia de Peniche de Cima
TítuloPraia de Peniche de Cima
TextoEsta praia serviu, durante séculos, a comunidade piscatória instalada no lugar de Peniche de Cima. Já no século XX, neste areal descarregavam as barcas da frota de pesca de cerco ao serviço das unidades conserveiras instaladas nas proximidades, bem como as embarcações dedicadas à recolha de limo, tradicionalmente utilizado como fertilizante natural.
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Praia da Cova da Alfarroba
TítuloPraia da Cova da Alfarroba
TextoEmbora alguns naufrágios estejam documentados na enseada entre Peniche e o Baleal, conta-se na comunidade que a praia da Cova da Alfarroba deve o seu nome a um antigo naufrágio não registado ocorrido na baía de Peniche de Cima. Segundo relato transmitido oralmente, uma embarcação carregada de alfarroba terá ali afundado, espalhando o fruto pelo areal.
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Praia da Baía
TítuloPraia da Baía
TextoA Praia da Baía, também conhecida como "Meio da Baía", ocupa o centro da grande enseada que liga Peniche ao Baleal, formando um areal contínuo e amplo. A forma semicircular, protegida pelo recorte natural da costa, faz do local especialmente procurado para caminhadas, corridas na praia e para a prática de desportos náuticos de deslize.
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Praia do Baleal - Campismo
TítuloPraia do Baleal - Campismo
TextoA história do Baleal é longa e marcada por várias doações régias. Durante o século XII, D. Afonso Henriques concedeu ao cruzado D. Guilherme de Cornibus a herdade de Atouguia, da qual o Baleal fazia parte, como recompensa pelos préstimos no cerco de Lisboa. Mais tarde, em 1449, o Baleal foi doado ao Infante D. Henrique, integrando as suas propriedades ligadas à administração marítima e à exploração costeira. Apesar destas sucessivas doações, foram sobretudo pescadores que, desde o século XIV, utilizaram este território como apoio à pesca costeira e à baleação.

